Todos os dias e, em enumeras situações, nos deparamos com esta pergunta.

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O que mais constatamos no nosso dia-a-dia são pessoas a julgar outras pessoas, sendo que uma aponta o dedo para as falhas e fraquezas da outra, como se não possuíssemos todos nós falhas ou fraquezas! Calar-se e tentar ajudar o outro tem sido algo raro e dificílimo de se ver.

Julgar é fácil, ajudar é muito mais complicado. Por este motivo, decidi dedicar algum tempinho a esta questão: o “julgamento”.

Além de ser uma atitude francamente feia, essa de apontar os erros dos outros, expor o erro alheio diante de outras pessoas é ainda pior.

julgar

Será que é realmente correto julgar alguém ou alguma coisa?

Vejamos o que diz a Palavra de Deus sobre este assunto.

A Bíblia diz o seguinte em João 7:24: “Não julgueis segundo a aparência, mas julgai segundo a reta justiça”.

Julgar segundo as aparências é um erro muitíssimo grave pois lá diz e, acertadamente, o “Dito popular”:  “Quem vê caras não vê corações”. Então,  podemos julgar segundo a reta justiça. Isto significa julgar segundo o proceder, segundo as atitudes, os comportamentos das pessoas. Porém, nunca nos devemos esquecer que também nós somos passíveis de erros, falhas e por este(s) motivo(s) tomar atitudes pouco ou nada corretas…

Em Mateus 7:16, Jesus orientou –nos da seguinte forma: que conhecemos uma árvore pelos frutos; isto é, através dos seus frutos. Sendo assim, através das obras de uma pessoa e dos resultados dessas obras, podemos julgar (para nós mesmos) quem é essa pessoa mas não temos – de modo algum –  o direito de difamar a pessoa em questão.

Nunca, jamais e em tempo algum, devemos “sentenciar”(condenar)uma pessoa. Devemos, sim, não esquecermos que se ela errou, nós também podemos errar e assim como ela errou, ela também pode fazer o que é certo. Perante qualquer erro existe a Palavra de Deus que nos garante: “Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados, e nos purificar de toda a injustiça.”1 João 1:9

Afinal, podemos ou não julgar?

Podemos julgar quem e o que quisermos. Tal atitude vai, obviamente, depender da consciência de cada um de nós. 

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Há que ter Sempre em grande Atenção os versículos Bíblicos abaixo:

“Não julgueis, para que não sejais julgados.
Porque com o juízo com que julgardes sereis julgados, e com a medida com que tiverdes medido vos hão de medir a vós.
E por que reparas tu no argueiro que está no olho do teu irmão, e não vês a trave que está no teu olho?
Ou como dirás a teu irmão: Deixa-me tirar o argueiro do teu olho, estando uma trave no teu?
Hipócrita, tira primeiro a trave do teu olho, e então cuidarás em tirar o argueiro do olho do teu irmão.”
Mateus 7:1-5

Achou duras as palavras de Jesus Cristo nos versículos acima? Pois é: essas Palavras são a realidade! Então? Pense bem antes de falar mal de alguém, pois naquilo que acusa (julga) uma pessoa, tenha a certeza que também será acusado/a (julgado/a).

Não esquecer:

– Quando formos julgar alguém, coloquemo-nos no lugar desse “alguém”.

– Quando  julgamos uma pessoa,  não estamos a definir quem ela é, mas quem nós               somos!

– Tenhamos mais temor com o que a Palavra de Deus nos diz e vamos julgar menos.

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2 pensamentos sobre “Julgar é certo ou errado?

  1. Depende do tipo de julgamento , todos tem que ter base na palavra ……..Em 1 Coríntios 5, encontramos o que o apóstolo Paulo ensinou aos crentes de Corinto sobre julgar indivíduos dentro da igreja. um homem que era membro da igreja, mas que estava vivendo em imoralidade aberta com “a mulher de seu pai” (verso 1). a mulher era a madrasta do homem e, por causa de sua posição elevada na comunidade, esse pecado flagrante estava sendo relevado. Quando isso foi trazido ao conhecimento de Paulo, ele não mediu palavras para condenar a imoralidade e exigiu que a liderança da igreja entregasse o homem “a Satanás para a destruição da carne” (verso 5). Em outras palavras, a excomunhão — a remoção dos privilégios de membro e expulsão da assembléia — foi fortemente recomendada por Paulo. Isso significava punir o homem, colocando-o fora da proteção espiritual da igreja local e, como efeito, relegando-o de volta ao domínio de Satanás — onde sua carne (natureza carnal) ficaria debaixo de ataque demoníaco. O ponto principal que não devemos perder encontra-se nas palavras de Paulo nos versos de 11 a 13, onde exorta literalmente aos irmãos a exercerem julgamento espiritual nessa questão:
    “Mas agora vos escrevi que não vos associeis com aquele que, dizendo-se irmão, for devasso, ou avarento, ou idólatra, ou maldizente, ou beberrão, ou roubador; com o tal nem ainda comais. Porque que tenho eu em julgar também os que estão de fora? Não julgais vós os que estão dentro? Mas Deus julga os que estão de fora. Tirai, pois, dentre vós a esse iníquo.

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